Viesco Condomínios – Administração & Gestão Condominial https://viescocondominios.com.br/ Administração de Condomínios & Serviços na grande São Paulo Thu, 30 Jan 2025 16:07:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://viescocondominios.com.br/wp-content/uploads/2024/11/cropped-favicon-2-32x32.png Viesco Condomínios – Administração & Gestão Condominial https://viescocondominios.com.br/ 32 32 Cuidados Essenciais com as Áreas Comuns https://viescocondominios.com.br/cuidados-essenciais-com-as-areas-comuns/ https://viescocondominios.com.br/cuidados-essenciais-com-as-areas-comuns/#respond Thu, 13 Feb 2025 12:00:00 +0000 https://viescocondominios.com.br/?p=3334 As áreas comuns são o coração do condomínio e precisam de cuidados para garantir que todos possam utilizá-las de forma confortável e segura. Aqui estão algumas recomendações práticas: Cuidar das áreas comuns reflete o respeito pelo patrimônio coletivo e contribui para uma convivência mais harmoniosa.

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As áreas comuns são o coração do condomínio e precisam de cuidados para garantir que todos possam utilizá-las de forma confortável e segura. Aqui estão algumas recomendações práticas:

  1. Preservação do Patrimônio: Evite danificar equipamentos, móveis ou estruturas das áreas comuns. Qualquer problema deve ser comunicado imediatamente à administração.
  2. Limpeza e Organização: Após utilizar áreas como salões de festas ou churrasqueiras, deixe o local limpo e em boas condições para o próximo morador.
  3. Supervisão de Crianças: Crianças devem estar acompanhadas por um adulto para evitar acidentes e garantir o bom uso dos espaços.
  4. Respeito às Regras de Uso: Cada área comum tem normas específicas que precisam ser seguidas, como horários e número máximo de pessoas.
  5. Economia de Recursos: Seja consciente no uso de energia e água, apagando luzes ao sair e reportando vazamentos.

Cuidar das áreas comuns reflete o respeito pelo patrimônio coletivo e contribui para uma convivência mais harmoniosa.

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Regras de Convivência que Todos Devem Respeitar https://viescocondominios.com.br/regras-de-convivencia-que-todos-devem-respeitar/ https://viescocondominios.com.br/regras-de-convivencia-que-todos-devem-respeitar/#respond Thu, 30 Jan 2025 12:00:00 +0000 https://viescocondominios.com.br/?p=3331 Viver em condomínio é compartilhar espaços e responsabilidades, e as regras de convivência desempenham um papel essencial para garantir harmonia entre os moradores. Aqui estão alguns pontos-chave: Respeitar essas práticas promove uma convivência pacífica e valoriza o bem-estar coletivo.

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Viver em condomínio é compartilhar espaços e responsabilidades, e as regras de convivência desempenham um papel essencial para garantir harmonia entre os moradores. Aqui estão alguns pontos-chave:

  1. Respeito ao Silêncio: É essencial evitar ruídos excessivos, especialmente entre 22h e 7h. Isso garante o descanso de todos e evita conflitos desnecessários.
  2. Cuidados com Animais de Estimação: Os pets são bem-vindos, mas é importante manter coleiras nas áreas comuns, recolher dejetos e respeitar as normas do condomínio.
  3. Uso das Áreas Comuns: Salões de festas, academias e playgrounds devem ser utilizados de acordo com as regras estabelecidas, preservando a ordem e a limpeza.
  4. Respeito e Cordialidade: Manter uma comunicação respeitosa com vizinhos e funcionários ajuda a criar um ambiente mais acolhedor e colaborativo.
  5. Descarte Correto de Lixo: Coloque os resíduos nos locais apropriados e siga as orientações de reciclagem, promovendo um ambiente mais sustentável.

Respeitar essas práticas promove uma convivência pacífica e valoriza o bem-estar coletivo.

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Relacionamento Saudável entre Funcionários e Moradores de Condomínios https://viescocondominios.com.br/relacionamento-saudavel-entre-funcionarios-e-moradores-de-condominios/ https://viescocondominios.com.br/relacionamento-saudavel-entre-funcionarios-e-moradores-de-condominios/#respond Thu, 05 Dec 2024 18:47:26 +0000 https://viescocondominios.com.br/?p=3171 Manter uma boa convivência no ambiente de um condomínio é um desafio que exige esforço e clareza. Quando envolve a interação entre moradores e funcionários, é ainda mais importante que as regras estejam bem definidas e o papel de cada um seja compreendido por ambas as partes. Vamos explorar algumas práticas que ajudam a criar […]

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Manter uma boa convivência no ambiente de um condomínio é um desafio que exige esforço e clareza. Quando envolve a interação entre moradores e funcionários, é ainda mais importante que as regras estejam bem definidas e o papel de cada um seja compreendido por ambas as partes. Vamos explorar algumas práticas que ajudam a criar um ambiente harmonioso e produtivo para todos.

Regras Claras Beneficiam Todos

Um condomínio pode não ser tão formal quanto uma empresa, mas isso não significa que a postura profissional deve ser deixada de lado. É essencial que tanto os moradores quanto os funcionários conheçam e respeitem as atribuições de cada função. Funcionários, por exemplo, não são responsáveis por realizar favores pessoais, como consertos ou cuidados com crianças durante o horário de trabalho.

Por outro lado, os moradores devem evitar tratar os colaboradores como empregados pessoais ou dar ordens diretamente a eles. Sempre que surgir a necessidade de ajustes no serviço, o caminho correto é comunicar o síndico ou o zelador.

O Papel do Síndico

O síndico desempenha um papel central no gerenciamento desse relacionamento. Ele deve ser o elo entre moradores e funcionários, assegurando que as regras sejam seguidas e mediando conflitos quando necessário.

Além disso, cabe ao síndico evitar que comportamentos inadequados, como broncas ou ordens excessivas por parte dos moradores, resultem em problemas legais, como acusações de assédio moral. Proporcionar treinamentos e reciclagens para os funcionários também é uma prática valiosa que ele pode adotar, ajudando a manter a equipe motivada e bem preparada.

Funcionários Terceirizados

Quando o condomínio utiliza serviços terceirizados, é crucial que os moradores entendam a diferença entre esses profissionais e os contratados diretamente. Queixas sobre terceirizados devem ser encaminhadas ao responsável pela equipe, sem tratar diretamente com o colaborador.

Convivência com Idosos

Os funcionários muitas vezes tornam-se uma presença de apoio e companhia para os moradores idosos. Embora ações como ajudar com compras ou acompanhar brevemente em uma tarefa possam parecer gentis, é importante respeitar os limites do que é atribuição oficial do colaborador.

Práticas que Fazem a Diferença

Sim, faça:

  • Estabeleça e comunique as funções específicas de cada colaborador.
  • Incentive reciclagens e treinamentos para manter a equipe atualizada.
  • Promova um ambiente cordial entre funcionários e moradores.

Não faça:

  • Solicite favores pessoais que comprometam o trabalho do colaborador.
  • Permita que moradores deem ordens ou broncas diretas aos funcionários.
  • Aceite que um colaborador execute serviços nas unidades durante o expediente.

Ao adotar essas práticas, cria-se um ambiente onde o respeito mútuo e a profissionalização são valorizados. Isso não apenas melhora a convivência, mas também evita conflitos e promove uma gestão eficiente e equilibrada no condomínio.

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Sinalização no Condomínio https://viescocondominios.com.br/sinalizacao-no-condominio/ https://viescocondominios.com.br/sinalizacao-no-condominio/#respond Thu, 28 Nov 2024 15:03:03 +0000 https://viescocondominios.com.br/?p=3163 Um condomínio residencial bem estruturado, que mantenha uma comunicação clara com todos os condôminos e que garanta a inclusão de todos os moradores em seus espaços, deve investir na sinalização. A sinalização é a maneira mais justa, econômica e eficaz – afinal, está prevista nas leis de acessibilidade – de identificar os diversos espaços comuns […]

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Um condomínio residencial bem estruturado, que mantenha uma comunicação clara com todos os condôminos e que garanta a inclusão de todos os moradores em seus espaços, deve investir na sinalização.

A sinalização é a maneira mais justa, econômica e eficaz – afinal, está prevista nas leis de acessibilidade – de identificar os diversos espaços comuns do condomínio, alertar sobre cuidados necessários e orientar em ações específicas, como nas sinalizações de emergência.

Comunicação visual
Imagine o condomínio onde você mora sem nenhum tipo de comunicação visual. Por exemplo, sem informações nas portas dos banheiros, sem identificação dos andares nas paredes, ou elevadores sem indicação da capacidade de peso. É fácil imaginar a confusão que reinaria em um ambiente sem comunicação visual.

Além disso, é muito mais simples e natural para as pessoas entenderem o que é proibido quando existe sinalização para comunicar essas regras. Fumar, pisar na grama e limites de idade para o uso do playground são alguns exemplos.

Segurança
Pense agora em uma situação de emergência, como uma queda de energia, onde todo o condomínio precise ser evacuado rapidamente. Sem a sinalização fotoluminescente de segurança contra incêndios e pânico, as pessoas teriam dificuldade em encontrar as rotas de fuga e saídas de emergência, resultando em um caos total.

A sinalização não só contribui para a tomada de decisões corretas em emergências, mas também ajuda na prevenção de acidentes, por meio de placas que alertam sobre riscos de choques e quedas.

Acessibilidade
Essa sinalização, que pode ser visual, tátil ou sonora, é essencial para que pessoas com deficiência visual ou baixa visão possam desfrutar dos espaços comuns do condomínio com autonomia. Um deficiente visual, por exemplo, só consegue essa independência se todas as placas de sinalização também incluírem a linguagem em Braille.

Tráfego de veículos e pedestres
A sinalização de trânsito é fundamental para orientar motoristas e pedestres, prevenindo acidentes dentro dos condomínios. Portanto, as vias internas devem ser sinalizadas de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro.

A implementação dessa sinalização orienta os motoristas a respeitar os limites de velocidade, a saber onde é permitido ou proibido estacionar, além de informar as direções de entrada e saída de veículos, entre outras situações.

Reforço das regras
Outro aspecto importante da sinalização é a relação com as regras estabelecidas no regimento do condomínio. De maneira geral, a sinalização reforça o que foi acordado na convenção condominial. Por exemplo, placas que proíbem fumar, pisar na grama ou fazer barulho após determinado horário ajudam a inibir essas atitudes. Essa é uma forma prática de disciplinar o comportamento dos condôminos e desencorajar ações indesejadas.

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Pets no Condomínio https://viescocondominios.com.br/pets-no-condominio-2/ https://viescocondominios.com.br/pets-no-condominio-2/#respond Thu, 14 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://viescocondominios.com.br/?p=3136 Os animais de estimação estão cada vez mais integrados à família brasileira. Um exemplo disso é que o Brasil ocupa a quarta posição mundial em número de pets, totalizando mais de 132 milhões! Os dados são do IBGE, de 2013. A mesma pesquisa revela que o país é o segundo em quantidade de cães, gatos […]

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Os animais de estimação estão cada vez mais integrados à família brasileira. Um exemplo disso é que o Brasil ocupa a quarta posição mundial em número de pets, totalizando mais de 132 milhões!

Os dados são do IBGE, de 2013. A mesma pesquisa revela que o país é o segundo em quantidade de cães, gatos e aves ornamentais no mundo. Portanto, a resistência à presença de animais em condomínios é uma luta sem sucesso. Juízes de diferentes instâncias (veja as jurisprudências aqui) já decidiram a favor da presença de pets, desde que não comprometam a saúde, tranquilidade e segurança dos vizinhos. É essencial que existam regras claras que todos devem seguir. O condomínio deve especificar em seu regulamento interno ou convenção o que é permitido nas áreas comuns. Vale ressaltar que o regulamento não pode, ao contrário do que muitos pensam, exigir que os moradores carreguem seus pets no colo. Em dezembro de 2019, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os condomínios não podem proibir os condôminos de terem animais de estimação. É importante estar atento a isso, assim como às restrições relacionadas a raças ou porte dos animais.

A legislação brasileira proíbe que o condomínio restrinja determinadas raças ou o porte dos animais. Em dezembro de 2019, o STJ reafirmou que os condomínios não podem impedir que os condôminos tenham animais de estimação. Os problemas mais frequentes em condomínios relacionados a animais incluem barulho, uso das áreas comuns e segurança, especialmente quando se tratam de pets de grande porte ou raças consideradas agressivas. Reclamações sobre mau cheiro também são comuns. Desde moradores que passeiam com seus animais em áreas proibidas até aqueles que deixam seus pets latindo o dia todo sozinhos, o ideal é que quem se sentir incomodado registre a situação no livro de ocorrências ou no site do condomínio. Mesmo na ausência desses registros, o síndico pode (e deve) aplicar multas de acordo com o regulamento interno quando ocorrerem infrações, como passeios em locais proibidos ou dejetos nas áreas comuns.

Um desafio que muitos síndicos enfrentam é a falta de conhecimento da legislação, especialmente em relação à proibição de animais nos condomínios ou à exigência de carregá-los. O síndico também comete erros ao ignorar o bom senso e agir apenas com base em reclamações isoladas. Ao receber uma queixa, o gestor pode solicitar que a situação seja registrada no livro de ocorrências, para ter mais argumentos ao abordar o responsável pelo pet.

Outro problema recorrente é a disparidade nas regras – permitindo, por exemplo, que animais de pequeno porte circulem sem coleira, enquanto cães maiores são obrigados a usá-la. Existem várias maneiras de melhorar a convivência entre moradores que têm animais e aqueles que não têm.

Em condomínios com espaço adequado, é possível criar uma área específica para os cães, chamada de “play dogs”. Muitos condomínios novos já disponibilizam esse espaço ao serem entregues.

Outra boa alternativa para reduzir o estresse dos pets é contratar passeadores de cães. O síndico pode solicitar recomendações de profissionais que já atuem no condomínio e deixar os contatos no quadro de avisos.

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Direitos e Deveres dos Condôminos https://viescocondominios.com.br/direitos-e-deveres-dos-condominos/ https://viescocondominios.com.br/direitos-e-deveres-dos-condominos/#respond Thu, 07 Nov 2024 12:01:10 +0000 https://viescocondominios.com.br/?p=3106 A maneira mais eficaz de alcançar uma convivência equilibrada, pacífica e justa em um condomínio é garantir que o maior número possível de condôminos conheça seus direitos e deveres conforme a legislação, e, claro, os coloque em prática com bom senso. Abaixo, apresentamos de forma simplificada o que o novo Código Civil estabelece sobre os […]

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A maneira mais eficaz de alcançar uma convivência equilibrada, pacífica e justa em um condomínio é garantir que o maior número possível de condôminos conheça seus direitos e deveres conforme a legislação, e, claro, os coloque em prática com bom senso.

Abaixo, apresentamos de forma simplificada o que o novo Código Civil estabelece sobre os direitos e deveres de moradores e proprietários em edificações condominiais.

Principais DIREITOS dos condôminos:

Utilizar sua residência e as áreas comuns do condomínio, respeitando as normas do Regulamento Interno, da Convenção e a legislação vigente (artigo 1335);
Votar nas assembleias e participar das decisões, podendo se candidatar a cargos administrativos, desde que esteja em dia com as despesas condominiais (artigos 1335 e 1352);
Participar de decisões democráticas sobre a utilização do dinheiro comum em assembleias, como previsão orçamentária anual, alteração de valores e prestação de contas (artigos 1341 e 1350);
Convocar assembleia com o apoio de pelo menos ¼ dos condôminos, mesmo sem a iniciativa do síndico (artigo 1355);
Destituir o síndico com a aprovação da maioria absoluta, ou seja, mais da metade dos condôminos em assembleia convocada para esse fim (artigo 1349);
Exercer voto em possíveis alterações nas áreas comuns do condomínio, no Regimento Interno e na Convenção (artigos 1341, 1342, 1343 e 1351);
Pagar as despesas condominiais de acordo com sua fração ideal (artigos 1335 e 1340);
Alugar sua vaga de garagem, dando prioridade aos proprietários, depois aos inquilinos e, por último, a pessoas externas ao condomínio (artigo 1338);
Vender a vaga da garagem a outro condômino. Para vender a um não condômino, é necessário seguir o que está estipulado na Convenção do Condomínio (artigo 1339).

Principais DEVERES dos condôminos:

Pagar as despesas condominiais pontualmente e na proporção correta de sua fração ideal (artigo 1335);
Cumprir e respeitar as regras do Regulamento Interno, da Convenção e da legislação em vigor (artigo 1333);
Não realizar obras em sua unidade que possam comprometer a segurança ou alterar a fachada (artigo 1336);
Pagar multas e juros conforme o que está previsto no Código Civil, na Convenção e no Regulamento Interno, relacionados a atrasos no pagamento ou infrações às normas de convivência (artigos 1334, 1336 e 1337).
Por fim, é importante lembrar que existem outros direitos e deveres que podem surgir de deliberações em assembleias e que também merecem atenção e cumprimento, podendo resultar em sanções, como notificações e multas, quando aplicáveis.

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Como ter uma Boa Gestão https://viescocondominios.com.br/como-ter-uma-boa-gestao/ https://viescocondominios.com.br/como-ter-uma-boa-gestao/#respond Thu, 31 Oct 2024 17:41:58 +0000 https://viescocondominios.com.br/?p=3102 Uma gestão eficiente é essencial para o sucesso de qualquer empreendimento, e nos condomínios, ela se torna ainda mais crucial devido ao grande número de pessoas e recursos envolvidos. A eficiência na gestão condominial implica em otimizar processos, melhorar a comunicação e garantir transparência nas finanças. Além disso, envolve a criação de um ambiente de […]

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Uma gestão eficiente é essencial para o sucesso de qualquer empreendimento, e nos condomínios, ela se torna ainda mais crucial devido ao grande número de pessoas e recursos envolvidos. A eficiência na gestão condominial implica em otimizar processos, melhorar a comunicação e garantir transparência nas finanças. Além disso, envolve a criação de um ambiente de convivência harmoniosa e seguro para os moradores.

Aqui estão alguns pilares para uma gestão eficiente:

  1. Planejamento e Organização
    Uma gestão eficiente começa com um planejamento claro das atividades do condomínio, com definição de metas e orçamentos, além de monitoramento constante. A antecipação de manutenções e a elaboração de um calendário de atividades ajuda a evitar surpresas e controlar o orçamento.
  2. Transparência na Prestação de Contas
    Manter as finanças do condomínio em ordem e oferecer relatórios claros e transparentes aos moradores fortalece a confiança entre a administração e os condôminos. É essencial que todos saibam para onde vai o dinheiro investido, e que tenham acesso facilitado a essas informações.
  3. Comunicação Eficaz
    A comunicação ágil entre síndico, moradores e equipe de gestão é fundamental para lidar com as demandas cotidianas. Boletins informativos, grupos de mensagens e até aplicativos especializados em gestão de condomínios ajudam a manter todos informados.
  4. Adoção de Tecnologia
    Ferramentas de gestão e aplicativos específicos para condomínios permitem uma administração mais rápida e precisa. Essas tecnologias podem auxiliar desde o controle de acesso até o acompanhamento financeiro e a criação de canais de comunicação.
  5. Capacitação e Convivência
    Investir na capacitação da equipe e criar momentos de interação entre os moradores ajuda a manter o ambiente harmonioso. Em um condomínio, onde diversas personalidades convivem, o respeito e o bom senso são essenciais, e atividades em grupo podem fortalecer esses laços.

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Seguro Condominial https://viescocondominios.com.br/seguro-condominial/ https://viescocondominios.com.br/seguro-condominial/#respond Thu, 24 Oct 2024 14:06:01 +0000 https://viescocondominios.com.br/?p=3037 A escolha do seguro de condomínio deve ser encarada como um investimento para o bem-estar de todos, incluindo o síndico. A obrigatoriedade de contratar esse seguro está claramente estabelecida no Código Civil, no artigo 1.346: “é obrigatório o seguro de toda a edificação contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial”. Vale ressaltar […]

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A escolha do seguro de condomínio deve ser encarada como um investimento para o bem-estar de todos, incluindo o síndico.

A obrigatoriedade de contratar esse seguro está claramente estabelecida no Código Civil, no artigo 1.346: “é obrigatório o seguro de toda a edificação contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial”.

Vale ressaltar que muitas das obrigações legais do gestor do condomínio não estão descritas de forma tão explícita no Código Civil.

Cobertura Ampla versus Cobertura Simples
Realmente, para muitos síndicos, a cobertura ampla é uma escolha mais sensata.
Isso acontece porque muitos síndicos optam pela cobertura simples e escolhem “extras” que podem encarecer a apólice, a ponto de ficarem mais caras que a ampla.

Outro benefício da cobertura ampla é a inclusão total de desmoronamento e alagamento, o que não se aplica à cobertura simples. Esta última destina um percentual para a reconstrução do condomínio, que pode não ser suficiente.

Embora a cobertura ampla seja considerada a opção mais completa e vantajosa para diversos condomínios, muitos síndicos ainda optam pela cobertura simples por ser mais econômica.

Esse planejamento é realmente crucial.

O que o seguro de condomínio cobre (ou não) nas unidades condominiais?
Cada vez mais, os condôminos entendem que a apólice do condomínio cobre apenas as áreas comuns, e não as unidades individuais.

Por isso, é fundamental que os condôminos tenham suas próprias apólices de seguro.

Roubo e furto nas áreas comuns
Um dos principais desafios relacionados ao seguro de condomínio são os roubos e furtos. Muitas vezes, os condôminos acreditam que, se um item pessoal for furtado ou roubado nas áreas comuns, o condomínio deve indenizá-los.

Essa obrigação só existe se a convenção do condomínio deixar essa necessidade explícita. Caso contrário, itens deixados nas áreas comuns não são de responsabilidade do condomínio, que não é obrigado a restituir o bem ou valor.
Para equipamentos e bens do condomínio, é possível fazer um seguro específico contra roubo.

Como saber se a apólice do condomínio cobre o que seu empreendimento necessita?

Ao fazer essa análise, é importante escolher uma apólice nova que realmente atenda às necessidades do condomínio.
No caso mais grave que pode ocorrer a um condomínio – um desmoronamento – é necessário garantir que a apólice será capaz de cobrir os custos relacionados à reconstrução total da edificação.

“Nessa situação, contar com um corretor de seguros capacitado que compreenda as necessidades do condomínio é fundamental”, analisa o especialista da corretora Shelter. “Uma maneira simples de verificar se o valor de reconstrução é adequado é multiplicar o número de unidades pelo valor de venda de cada uma, vezes meio. Por exemplo, se um condomínio tem 40 unidades avaliadas em cerca de R$ 1 milhão cada, o seguro deve ser, no mínimo, R$ 20 milhões. Valores inferiores devem ser revisados”, acrescenta.

Outro ponto importante levantado por Sergio é saber, antes de assinar o contrato, exatamente o que a apólice não cobrirá. “Isso ajuda bastante o síndico a evitar problemas futuros.”

Outras coberturas essenciais que o condomínio deve considerar – embora não sejam obrigatórias como as das áreas comuns – incluem a responsabilidade civil do síndico e a responsabilidade civil do condomínio.

Esses cuidados adicionais evitam processos e garantem coberturas para problemas como:

danos causados por terceiros
falhas na prestação de serviços
atos dolosos
extravio de documentos
honorários advocatícios
encargos
custos e despesas judiciais, entre outros.
O seguro cobre alagamentos nas áreas comuns?
Com chuvas intensas se tornando cada vez mais frequentes, muitos questionam se o condomínio – ou a seguradora do condomínio – deveria indenizar os proprietários dos veículos danificados pela água. Infelizmente, a resposta é não.

Em relação a danos por alagamento, o seguro de condomínio cobre prejuízos às áreas comuns, como equipamentos danificados, repintura de paredes, reinstalação de gesso, etc.

Por isso, se o condomínio estiver em uma área propensa a alagamentos, é essencial que cada condômino tenha sua própria apólice de seguros para o seu veículo.

Como escolher a seguradora certa para o seu condomínio
Cada condomínio representa um risco e possui características individuais, portanto, o que é adequado para um empreendimento pode não ser ideal para outro.

No entanto, existem maneiras de garantir que uma seguradora será uma parceira confiável para o serviço prestado ao condomínio.

É vital que a empresa seja recomendada por um corretor de seguros.
Preste atenção no que a seguradora solicita e faz antes de aceitar a apólice, como a solicitação de documentos e a realização de uma vistoria no local.
Não utilize o preço como critério decisivo. Analise o valor das franquias e os canais de atendimento oferecidos ao consumidor.
Verifique o valor máximo coberto: algumas seguradoras oferecem apólices para condomínios que vão até R$ 50 milhões, outras até R$ 80 milhões, e dependendo do perfil do condomínio, esse valor pode não ser suficiente para a reconstrução do empreendimento.

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Sustentabilidade Condominial https://viescocondominios.com.br/sustentabilidade-condominial/ https://viescocondominios.com.br/sustentabilidade-condominial/#respond Thu, 17 Oct 2024 12:00:00 +0000 https://viescocondominios.com.br/?p=3033 O termo sustentabilidade é utilizado em diversos contextos, sendo debatido atualmente em escolas, empresas, política e até em condomínios. O que é sustentabilidade em condomínios? Em termos simples, trata-se de medidas para reduzir o impacto ambiental dos edifícios. Isso requer a conscientização dos moradores para que adotem práticas sustentáveis dentro das unidades, estendendo as ações […]

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O termo sustentabilidade é utilizado em diversos contextos, sendo debatido atualmente em escolas, empresas, política e até em condomínios.

O que é sustentabilidade em condomínios?

Em termos simples, trata-se de medidas para reduzir o impacto ambiental dos edifícios. Isso requer a conscientização dos moradores para que adotem práticas sustentáveis dentro das unidades, estendendo as ações para além das áreas comuns.

Como implantar um projeto de sustentabilidade em condomínios?
Os condomínios, com suas grandes concentrações de pessoas, são ideais para promover ações sustentáveis que beneficiem tanto o ambiente quanto os moradores. Vejamos algumas atitudes que podem ajudar a criar uma comunidade mais sustentável.

Coleta seletiva de lixo como projeto de sustentabilidade em condomínios
Os moradores devem ser incentivados a separar o lixo e descartá-lo corretamente. Para isso, os condomínios devem fornecer lixeiras adequadas para o descarte. A gestão do condomínio pode também realizar palestras e colocar avisos sobre a importância da coleta seletiva.

Descarte adequado do óleo de cozinha para promover a sustentabilidade em condomínios
O descarte do óleo de cozinha deve ser realizado da forma correta, evitando jogá-lo na pia. É fundamental que a gestão do condomínio contrate empresas especializadas para o descarte desse resíduo, permitindo que os moradores coloquem o óleo usado em garrafas e deixem no local designado para que a empresa possa realizar a coleta.

Sensores de presença
Instalar sensores de presença nas áreas comuns ajuda a evitar que as lâmpadas fiquem acesas o tempo todo, acendendo apenas quando detectam movimento. Em alguns casos, é possível programá-las para acender somente à noite. Essas medidas não apenas promovem a sustentabilidade, mas também reduzem o consumo de energia e diminuem os custos.

Controle hidráulico
Uma gestão ambiental adequada busca sempre evitar o desperdício de água. O síndico e os funcionários do condomínio devem monitorar frequentemente os medidores de água para identificar quaisquer irregularidades. Também é crucial observar vazamentos e corrigi-los imediatamente para evitar desperdícios. Apoiar a sustentabilidade em condomínios é vital para economizar recursos e preservar a natureza.

Placas fotovoltaicas
Os painéis solares representam uma maneira acessível de reduzir a pegada ambiental. A instalação desses painéis ajuda a minimizar as emissões de CO2 e a preservar recursos naturais, gerando energia limpa e renovável para os condomínios.

Quais as vantagens de investir em sustentabilidade em condomínios?
Quando o síndico se dedica à implementação da sustentabilidade, todos – moradores, gestão e funcionários – podem se beneficiar. Vamos explorar os benefícios dessa prática.

Promove a economia
Um dos principais motivos para implementar a sustentabilidade em condomínios é a economia financeira. Essas medidas resultam em contas de água e luz mais baixas, tornando as taxas do condomínio mais acessíveis. Assim, os recursos economizados podem ser direcionados para melhorias na infraestrutura do prédio.

Qualidade de vida proporcionada pela sustentabilidade em condomínios
Essas iniciativas podem elevar a qualidade de vida dos moradores por meio de ações sustentáveis, como a criação de hortas comunitárias, áreas verdes e a redução da poluição sonora. Se os moradores se sentirem bem em seu ambiente, estarão mais propensos a adotar práticas sustentáveis, cientes de que isso traz benefícios para todos.

Valorização do empreendimento através de um projeto de sustentabilidade em condomínios
Essas mudanças valorizam os imóveis, pois demonstram que os moradores e a gestão estão preocupados com o meio ambiente. Além disso, atitudes sustentáveis estão em alta no mercado imobiliário, o que agrega valor ao condomínio e atrai pessoas dispostas a contribuir para um ambiente sustentável.

Portanto, essas medidas são essenciais para criar um ambiente saudável, onde as pessoas se preocupam com o impacto que suas ações têm sobre a natureza, buscando evitar danos ao meio ambiente.

A sustentabilidade em condomínios é responsável por implementar práticas que minimizam os impactos ambientais causados pelas atividades necessárias para seu funcionamento. Se algum condomínio ainda não adota práticas sustentáveis, é hora de repensar. Ações ecologicamente corretas podem criar um ambiente de melhor qualidade e tornar o local mais agradável para se viver.

Realize uma análise da situação atual do empreendimento para identificar as mudanças necessárias.

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Controle de Inadimplência https://viescocondominios.com.br/controle-de-inadimplencia/ https://viescocondominios.com.br/controle-de-inadimplencia/#respond Thu, 10 Oct 2024 15:05:39 +0000 https://viescocondominios.com.br/?p=3027 A inadimplência é um dos principais indicadores da crescente crise na economia brasileira. Com dívidas que superam o que o salário permite pagar, muitos moradores acabam adiando ou suspendendo o pagamento da taxa de condomínio, aguardando tempos melhores. Quando um condomínio atinge um nível elevado de falta de pagamento, torna-se bastante desafiador para o síndico […]

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A inadimplência é um dos principais indicadores da crescente crise na economia brasileira. Com dívidas que superam o que o salário permite pagar, muitos moradores acabam adiando ou suspendendo o pagamento da taxa de condomínio, aguardando tempos melhores.

Quando um condomínio atinge um nível elevado de falta de pagamento, torna-se bastante desafiador para o síndico manter os serviços em funcionamento. É complicado não aumentar a taxa para cobrir o déficit, o que pode resultar em um aumento ainda maior no número de inadimplentes. Em grandes cidades, é comum que cerca de 10% das unidades tenham alguma taxa em aberto. Embora isso possa parecer uma porcentagem pequena, representa um peso significativo no orçamento, especialmente em condomínios menores com poucas unidades.

Entretanto, apesar do problema ser comum, existem soluções que podem beneficiar a maioria dos condomínios. Veja oito passos para melhorar a situação financeira e evitar que a inadimplência cresça ainda mais:

Acompanhamento das contas:
O síndico deve monitorar a situação financeira do condomínio pelo menos uma vez por semana, identificando quem está em dia ou não com a taxa. É fundamental estar ciente de quem está negociando com a administradora e das atualizações sobre ações judiciais.

Cobrança rápida:
A administradora deve agir rapidamente após o vencimento da taxa, enviando uma carta amigável com o boleto para pagamento. Isso ajuda aqueles que esqueceram de pagar a regularizar a situação rapidamente. Se o boleto vencer, uma nova carta deve ser enviada, destacando o débito em aberto. Outra prática eficaz é a cobrança telefônica, com algumas administradoras oferecendo esse serviço adicional. Além disso, existem empresas especializadas em cobrança que podem ser contratadas diretamente pelo síndico, caso a administradora não ofereça esse suporte, o que pode acelerar o recebimento das cotas atrasadas, cobrando dos inadimplentes sem onerar os que estão em dia.

Ação judicial:
Esse é um aspecto crucial no enfrentamento da inadimplência, conforme apontado por especialistas. O síndico não deve hesitar em entrar com uma ação judicial contra os devedores. O ideal é esperar 90 dias, esgotando todas as tentativas de cobrança amigável antes de tomar essa medida. Ao agir rapidamente, o condômino inadimplente percebe que sua situação está sendo monitorada, sentindo a pressão para regularizar o pagamento. É essencial que o síndico siga regras claras, e que os prazos para ação judicial estejam especificados na convenção. Com o novo CPC, o processo de cobrança se tornou mais ágil, reduzindo o número de ações em São Paulo. Contudo, o síndico não deve entrar com a ação imediatamente após o vencimento; o ideal é aguardar os 90 dias, utilizando esse tempo para dialogar com o devedor.

Protesto de cotas vencidas:
Uma alternativa disponível em algumas cidades é o protesto de inadimplentes, que deve ser aprovado em assembleia. Com isso, o morador em atraso tem seu nome negativado, o que o impede de realizar empréstimos ou contrair crediários. Muitos condomínios adotam essa medida, mas é importante proceder com cautela, preferencialmente com a orientação de um advogado especializado.

Pagamento facilitado:
Facilitar o pagamento das taxas condominiais é essencial. Uma opção é o DDA (Débito Direto Autorizado), que permite pagamento automático, mediante cadastro no banco e solicitação de envio dos dados pela administradora. Oferecer a opção de segunda via de boletos pelo site da administradora também é muito útil, permitindo que o morador imprima o boleto caso o tenha perdido. Ademais, é importante que o morador receba a conta com antecedência, idealmente dez dias antes do vencimento, para que possa efetuar o pagamento sem pressa. Conscientização dos moradores:
É fundamental que os condôminos compreendam como funciona a parte financeira do condomínio. Campanhas periódicas podem ajudar a reduzir a inadimplência sazonal, esclarecendo o que é a taxa condominial, sua composição, e como é utilizada. Mostrar o impacto da inadimplência nas contas do condomínio, e como isso afeta todos os moradores, pode ter um efeito positivo.

Conversa com o síndico:
Um síndico que tem habilidade de comunicação pode resolver muitos problemas. Se houver abertura, vale a pena conversar de forma informal e positiva com o morador inadimplente. Mesmo que já exista uma ação judicial, uma conversa tranquila pode resultar em pagamentos imediatos.

Plantão de pagamento:
Quando a inadimplência se torna uma questão generalizada, solicitar à administradora um plantão com um funcionário pode ser uma boa solução, permitindo que os condôminos em atraso discutam suas pendências. Se houver a possibilidade de parcelamento da dívida, isso deve ser aprovado em assembleia. Essa estratégia é especialmente eficaz em condomínios grandes, como os do tipo clube, e uma boa época para implementá-la é no final do ano, quando os moradores recebem o décimo terceiro salário, criando uma oportunidade para regularizar os pagamentos pendentes.

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